terça-feira, 15 de setembro de 2020

Método Kovascik e a Cura do Câncer - Iridologia


Srs. Estevam e Maria Kovacsik

Pouco conhecido, o método Kovacsik (MK) foi desenvolvido há mais de 60 anos pelo cientista Estevam Kovacsik com o intuito de ajudar pacientes que sofrem de câncer. O método, que tem como finalidade eliminar o agente causador da doença, dando nova vitalidade ao organismo já debilitado, tem como base os estudos da ciência de radiestesia e já é aplicado em mais de 14 estados brasileiros, além do exterior em países como a Bélgica, Bolívia, Chile, Estados Unidos, Portugal, França, Suíça e Turquia.

O Método Kovacsik é uma terapia baseada em captação de energia natural muito eficiente e eficaz contra o câncer, desenvolvida na década de 1950 pelo cientista Estevam Kovacsik. “O cientista entende que o câncer é um agente que se localiza na região do baço e do coração. Com a utilização das peças metálicas, desenvolvidas por ele, que captam uma energia natural e saudável do ambiente, é obtida a eliminação da vitalidade da doença permitindo a recuperação do organismo”, explica Celeste Kovacsik Selim, terapeuta da associação.

Os estudos desenvolvidos por Estevam Kovacsik explicam que a origem do câncer é decorrente da exposição prolongada à irradiação oriunda de veios de água no subsolo, contaminados com esgoto ou fossa negra. Ao longo dessa exposição à irradiação nociva, surge no organismo das pessoas um agente próximo à região do coração e do baço. Esse agente ficará incubado se desenvolvendo durante dois anos até que tenha força suficiente para se manifestar nas formas clássicas da doença: tumor, ferida ou disfunção de órgão.

Para a terapia MK todas as manifestações de câncer têm a mesma origem, podendo ser tratadas pelo mesmo procedimento. Cada tipo de manifestação de câncer, identificado principalmente pelo órgão de manifestação, tem características, gravidade e consequências diferentes. “Os cuidados necessários, tempo de recuperação e sequelas variam de acordo com o órgão afetado, mas os resultados a serem obtidos dependem principalmente da destruição causada pela doença e, portanto, estão muito relacionados ao tempo e grau de desenvolvimento da doença”, explica Sra. Celeste (neta do cientista).

A terapia é válida em qualquer estágio da doença, pois haverá a eliminação da vida do agente causador da doença e a interrupção do seu desenvolvimento. O fortalecimento do corpo e a recuperação da saúde dependem do que a doença já destruiu. Em casos extremos o benefício a ser obtido pode ser a redução da dor. Após o começo da terapia é necessário ter um período de um ano de cuidados para que o corpo possa ter o tempo e as condições adequadas para se fortalecer novamente.

“Para a manutenção da saúde readquirida e não reincidência da doença é fundamental a não reexposição à energia nociva que deu origem a doença. Com esta finalidade é necessário o uso de uma placa metálica chamada Isolante em todos os lugares que a pessoa tiver o hábito de ficar parada em relação ao solo”, explica Sra. Celeste.

A terapia pelo MK não prejudica ou impede qualquer outro tratamento médico, pois é importante que se faça o acompanhamento da evolução do paciente. Além do acompanhamento médico, segundo Celeste, a acupuntura pode ser aliada do método, pois ajuda a harmonizar os desequilíbrios fisiológicos e emocionais decorrentes da doença em sua fase ativa.

A AEMK busca a comprovação científica do Método Kovacsik, promovendo a difusão do conhecimento, acessibilidade à terapia e treinamento de novos terapeutas nessa técnica. A associação também atua na Bélgica, Bolívia, Chile, Estados Unidos, França, Portugal, Suíça e Turquia.


RESUMO HISTÓRICO SOBRE ESTEVAM KOVASCIK E SEU MÉTODO

Estevam nasceu em Varzal (Varzari), uma aldeia tranquila da província de Bihar (Bihor), do antigo império Austro-Húngaro. Ele nasceu em uma família de camponeses no ano de 1903. Seus pais se chamavam Martin Kovacsik e Ana Karasek.

Aos sete anos mudou-se para a província de Silagy, onde não teve grandes mudanças no modo de vida da família. Com 21 anos veio com a família para o Brasil. Depois de alguns anos de trabalho juntou suas economias e comprou um pequeno caminhão e passou a viver de fazer fretes. Mais tarde se empregou de motorista em uma firma revendedora no setor automotivo. Lá permaneceu até a sua aposentadoria. Estevam aposentou-se com 61 anos de idade e com 35 de serviços contínuos e ininterruptos.

Estevam e sua família, no princípio, moraram nas Perdizes, zona oeste de São Paulo. Após casar com Maria Zvonik mudou para o Jabaquara, zona sul de SP, onde sua família reside até hoje.

Estevam sempre foi um estudioso. Apesar de não ter formação escolar, sempre foi muito dedicado à leitura. E dessa sua dedicação obteve seu notório conhecimento sobre radiestesia, câncer, organismo humano e sobre a vida como um todo.

Começou suas primeiras observações que o levaram a pesquisar o câncer em 1948. Com pequenos fatos do cotidiano que para outros não despertou absolutamente nenhum interesse. Dedicou por mais de uma década sua vida a pesquisa, trabalhando desde o amanhecer até o começo da noite em seu emprego e pela noite adentro pesquisando sobre o câncer. Foi uma longa e dura empreitada até consolidar sua teoria de origem da doença e desenvolver a primeira fórmula para combatê-la.

Infelizmente morreu sem poder ver seu trabalho alcançar seu principal objetivo, que é a doação do Método Kovacsik a humanidade inteira a fim de que pudesse beneficiar todos aqueles que sofram dessa terrível moléstia no mundo inteiro.Estevam buscou a comprovação científica do Método Kovacsik, prontificando-se a comparecer a qualquer local que fosse designado, para demonstrá-lo na integra, permitindo acompanhamento permanente e análise crítica dos seus métodos e resultados. Estevam sempre acreditou que pessoas melhores preparadas e com melhores recursos, poderiam desenvolver mais sua terapia e universalizá-la, podendo todos os interessados utilizarem desse método.

Após desenvolver a primeira fórmula, passou alguns anos dividindo o seu tempo entre o emprego, família, pesquisa e tratamento de pessoas doentes. Até que se aposentou em 1964 e pode dedicar o resto de sua vida ao seu trabalho com o câncer.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

A cura para além da física: Auto-Isopatia Energética - Iridologia




PRINCÍPIOS GERAIS


A AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA é uma "terapêutica" vocacionada a auto-cura.

Pode também ser exercido por terapeutas, muito especialmente pelos de Florais de Bach. É um processo lógico e revolucionário de cura!

Mas, deve ser sempre considerada uma "terapia" que complementa a determinada pela medicina convencional ou alopática, onde esta é em regra exercida. Deste modo, em caso algum, o paciente deverá abandonar as prescrições e determinações do seu médico assistente, seja nomeadamente, alopata ou homeopata.

A eficiência da terapêutica, conducente à aniquilação ou minimização dos sintomas, fará com que este venha eventualmente a restringir ou até mesmo retirar a medicação, quando se apresentar desnecessária.

Interessante será verificar a sua ação na melhoria quase imediata do estado mental dos pacientes, corrigindo desvios, obviado pelo sofrimento psicológico, cuja insuportabilidade supera múltiplas vezes o padecimento físico, seguindo-se-lhe a beneficiação progressiva de sintomas patológicos específicos do enfermo ou da enfermidade.

No entanto, mesmo perante sinais evidentes de cura, o paciente deve confirmar os resultados por intermédio de diagnóstico determinado pelo médico assistente, obviando assim a situações gravosas de obscurecimento sintomático. Do mesmo modo, diga-se, que os critérios de "alta", não são pessoais, mas dependem de avaliação especializada (médico assistente).

Para Hahnemann existe uma “força vital” imaterial, que anima dinamicamente o organismo material, preservando todas as partes do corpo em excelente e harmônica operação vivificante, tanto no que diz respeito às sensações como no tocante às funções. Todo o organismo é possuidor de uma “força” distinta das suas propriedades físico-químicas que, em equilíbrio, gera a sua harmonia e consequentemente a defesa contra as agressões a que se encontra inelutavelmente sujeito.

Assim, o organismo material, sem esta “força vital”, é incapaz de sentir e de se conservar a si mesmo. Está, portanto, morto, decompondo-se e desintegrando-se nos seus elementos químicos.

Quando um indivíduo fica enfermo, é esta força vital imaterial, ativa e presente em todas as partes do corpo, que sofre alterações determinadas pela influência dinâmica do agente mórbido hostil à vida, gerando nele sensações desagradáveis e manifestações irregulares a que chamamos de doença.

Nesta perspectiva, as doenças não são mais que transtornos do estado de saúde, manifestando-se por sintomas mórbidos.

Não estamos certos, nem poderíamos estar – por insuficiência de meios científicos – de que a base da cura se estrutura na destruição de uma afecção mais débil do organismo, por outra mais forte do que esta – a provocada por medicamentos com sintomas semelhantes, mas superiores aos da doença natural em potência –, se esta última é muito semelhante àquela nas suas múltiplas exteriorizações.

A cura homeopática é explicada pela imposição de uma doença artificial semelhante, mas mais forte do que a natural – veja-se o parágrafo 29 do Organon.

A “força vital”, tal como a entendemos é o fundamento base ou estrutura da vida, e deve ser percebida como uma força em ação e reação contínuas.

É uma energia, não a física, que é a capacidade que um sistema possui de realizar trabalho, definindo-se este como o produto de uma força pela distância ao longo da qual ela age. Não é propriamente o poder de mover os objetos materiais. É a que não tem qualquer relação com a mecânica, com os conceitos da física clássica ou contemporânea, não sendo visível ou mensurável por qualquer instrumento científico, pelo menos no estado atual dos nossos parcos conhecimentos.

No Cosmos, tudo é energia, apesar da inevitável variação de concentrações. Nós somos uma substância complexa com um modelo energético específico, tal como qualquer outra do universo, quer orgânica quer inorgânica.

A doença resulta de alterações energéticas, e estas modificações imateriais endógenas, manifestam-se externamente e podem ser plasmadas em objetos externos, muito especialmente na água, que pelos seus atributos é de uma plasticidade excepcional.

A imagem energética não molecular fica impressa na água, com todos os seus desvios, desequilíbrios, variações de concentração, espelhando rigorosamente as influências dinâmicas do agente mórbido, entendido em sentido lato. Existem hoje, métodos de digitalizar tais imagens, sendo perceptível substanciais diferenças nos seres submetidos à observação.

Neste particular, quando plasmamos a informação energética de uma entidade viva, aqui sim, estamos a criar um medicamento que ao agir, o vai fazer pela lei dos iguais – igual cura igual – e não, pela da similitude – semelhante cura semelhante. Este modelo energético representa o nosso aequale.

Com a diluição e dinamização do líquido, vamos obter por ressonância, no movimento extraordinariamente violento e caótico da agitação, a replicação da informação não molecular, que tem a propriedade de pelo “efeito antídoto” reequilibrar todo o sistema energético do organismo, e como sua consequência as forças físico-químicas dele estritamente dependentes.

Como veremos, a energia é plasmada no “frasco medicamento”, uniformemente e de modo não condensado. Com a primeira diluição e respectiva sucussão, as gotículas de água que restaram após vazamento são vigorosamente agitadas, condensando-se a informação. 

O mesmo irá ocorrer quando procedermos à segunda diluição/sucussão, com um acréscimo de condensação da informação. Assim, quanto maior a diluição, maior a condensação de informação, e maior a potência e eficácia do remédio. Quando ingerido pelo paciente, a imagem energética condensada, influirá vigorosamente na energia em desequilíbrio, fazendo-a retomar a estabilidade natural e por via desta serão aniquiladas as condições mórbidas.

A Auto-isopatia Energética, toma em consideração tal como a isopatia, em sentido amplo, a individualidade de cada paciente, e utilizando as suas informações próprias, com uma determinada frequência ou ressonância, permite o justo equilíbrio da sua energia vital e concomitantemente da sua saúde.

O Aequale vai bem mais longe do que o simillimum, mesmo o perfeito, porquanto nem lhe faltam nem se excedem sinais ou sintomas.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Iridologia ou Irisdiagnose - Conhecendo a partir de fora!



A Irisdiagnose como um método de análise, baseia-se em várias técnicas e na metafísica da saúde, e procura identificar tendências e padrões organizacionais do Ser, no nível bio-orgânico/biofísico e comportamental, através de sinais observados na íris, propiciando orientações específicas e o autoconhecimento.
Este método convida a pessoa a participar do seu processo terapêutico, tendo em vista que as mudanças que se fizerem necessárias terão que ser realizadas por ela mesma.

Desequilíbrios detectados pela análise iridológica afetam nosso corpo e isso se torna possível porque a íris nos permite conhecer as polaridades cerebrais, o ponto de stress, a introversão/extroversão de uma pessoa, tendências e características profissionais, padrões de relacionamentos entre casais, cronirischio (técnica italiana que nos permite conhecer a idade/período em que ocorreu um trauma e como esse trauma ainda pode estar causando ansiedade, medo, sentimentos de inferioridade e depressão).

A Irisdiagnose é uma ciência que tem como objetivo o estudo da íris e sua relação com as alterações que ocorrem com o nosso organismo, sejam elas orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais, assim como as influências psíquicas e emocionais.

O olho está formado aos 6 – 7 anos de idade e na íris ficam registrados o que chamamos de órgãos de choque ou órgãos de menor resistência, isto é, os órgãos que nasceram mais fracos. São esses órgãos que primeiro sofrem as consequências de uma agressão orgânica/comportamental (vida sedentária, estresse, desnutrição, etc). A íris é formada por fibras e é através da observação das estruturas dessas fibras e da pigmentação (sua cor) que o profissional identifica os órgãos de choque bem como os desequilíbrios no organismo/comportamento.

Todas as partes do nosso organismo estão representadas na íris que é a parte colorida dos nossos olhos e o seu estudo pode revelar muito sobre a nossa saúde, nossos comportamentos, bem como a carga genética que recebemos.

É importante ressaltar que a Irisdiagnose não é terapia e sim uma ferramenta de pré-diagnose que pode ser utilizada por profissionais da área da saúde ou outros profissionais.

Bernard Jensen (americano) desenvolveu um mapa onde nele está indicada a posição relativa de cada órgão representado na íris. A íris direita representa os órgãos que estão localizados do lado direito do corpo e a íris esquerda os que estão localizados do lado esquerdo. Por exemplo: o fígado está representado na íris direita, o baço na íris esquerda. Já a tireoide está representada nas duas íris.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Biotipologia, um estudo da Essência Humana - Iridologia



"O terapeuta do futuro não dará remédios, mas interessará os doentes nos cuidados com o corpo humano, a nutrição e nas causas e prevenções de doenças" Thomas Edson

O mundo material é constituído por um conjunto de moléculas formadas de átomos – energias.

Energia significa força, potência, capacidade de realizar trabalho. Dentro de cada átomo que nos forma há energia e as partículas que o compõem vibram o tempo todo, estão em movimento.

Tudo é vibração (energia). Nossos corpos também são feitos a partir da vibração de energia que emanamos constantemente. Somos pequenos pontos de moléculas em vibração coesa e contínua - o que nos dá a impressão de materialidade. Tudo no universo vibra, se movimenta em diferentes velocidades.


AS CINCO FONTES DE ENERGIA QUE CONSTITUEM O HOMEM:

1. Energia Cósmica – Vibrações verticais captadas pelos sentidos e pelos pontos de energia.

2. Energia Ancestral – Partícula hereditária transportada nos gametas que formam o ovo fecundado (informação genética).

3. Vibrações Microcósmicas – Ondas horizontais a nível de indivíduos.

4. Respiração – Energia (prana) captada da atmosfera pelas vias respiratórias.

5. Alimentação – Energia solar concentrada nos alimentos mediante a clorofila e as bactérias do solo.

A energia segue padrões específicos de fluxo que determinam suas diversas funções e representam caminhos para a expansão do potencial evolutivo do organismo. Esses fluxos se propagam através de níveis distintos do corpo conforme as funções que desempenham.


NÍVEIS DE ENERGIA:

1. Ossos

2. Músculos

3. Vasos Sanguíneos e Linfáticos

4. Região Subcutânea

5. Pele e Aura

A energia (KI, CHI) desloca-se no nível subcutâneo através de linhas denominadas meridianos. Esses canais invisíveis e imateriais conduzem a energia diferenciada em diversas combinações YANG/YIN, cujos fluxos se intercambiam alternante e complementarmente no corpo, constituindo um sistema responsável pela defesa, regulação e ressonância do organismo em relação às influências cósmicas.

Saúde é circulação adequada da força vital (energia) através de canais (meridianos) livres e desimpedidos.

As terapias milenares nos ensinam que não existe doença, mas sim um órgão energeticamente desequilibrado por uma emoção negativa. Quando os canais de energia que alimentam o órgão estão bloqueados, ele entra em processo de destruição, ou o que nós chamamos no mundo ocidental de doença.

Cada órgão do corpo humano está ligado ou reflete uma emoção.

Quanto mais negativa a emoção, maior o bloqueio, maior o desequilíbrio – doença.

Biotipo Fleumático/ Renal - Biotipologia Comportamental

Biotipo Fleumático/ Renal:



A Energia aqui é fluida, latente e inercial. Como a semente que durante o inverno aguarda o momento de brotar, a essência da água reside na não ação, flui por qualquer buraquinho, não tem forma própria, conforma-se àquilo que a contém. Pode solidificar-se e virar gelo, ou desfazer-se em vapor, recondensar e chover gotas que se juntam aos riachos. Conduz o sal da terra para o mar, assim como conduz metal para a madeira. Representa o fim do ciclo da vida, quando o que já foi espera para novamente ser.

Nós também somos água, pois quase oitenta por cento do nosso organismo são líquidos. Os rins controlam o nível de líquidos no nosso corpo, a bexiga armazena e elimina os excessos, já os rins retêm os minerais (os metais) para que o fígado possa aproveitá-los. Através da água nos renovamos constantemente, sangue, linfa, secreções, urina, suor, saliva, leite da mãe, nada funciona sem água, com ela tudo flui, nós também fluímos com ela.

Quando nos sentimos letárgicos, sem vontade e/ou determinação, desanimados, desistindo diante da menor dificuldade, com medo da vida e das pessoas, com frio, rosnando por qualquer coisa, cheios de ansiedade, angústia, sensação de sufoco, como se o fluxo da vida estivesse cercado de obstáculos e as paredes se fechassem ao nosso redor, estamos com desequilíbrio em água.

Tem se observado a relação entre o Biotipo Renal e o Tipo de caráter Uretral da psicanálise. A ambição é um traço de caráter, produto do erotismo uretral. É aceito também que no desenvolvimento uretral da libido a ideia está centrada em torno da capacidade de urinar. A psicanálise entende que o conflito central do erotismo uretral está relacionado com o desejo de buscar prazer erógeno resultante da descarga excretora, bem como a satisfação narcisista obtida por conta do controle exercido no âmbito do esfíncter vesical. A satisfação então ocorre em contraposição a todo o fracasso que a criança corriqueiramente experimentou até lograr o controle desse esfíncter.

Não se sabe exatamente em qual momento inicial se faria a vinculação entre o erotismo uretral e a vergonha, mas pode-se dizer que assim como a ideia de ser comido é o medo oral específico e a ideia de ser despojado de seus conteúdos do corpo é o medo anal específico. A vergonha é a força específica dirigida contra as tensões erótico-uretrais.

Observa-se no Renal uma tendência a fazer os seus relatos com certo exagero, bem como uma propensão a teatralizar as suas vivências, além de uma sensibilidade particularmente exacerbada. Pode ser possuidor de uma variedade de caráter patológico conhecido como histérico, o qual apresenta os seguintes traços básicos constituintes: a sugestionalidade, a mitomania (tendência mórbida à mentira) e as patologias sexuais.

A teatralidade excessiva das suas emoções frequentemente contrasta com as grandes inibições sexuais das quais é portador, daí o "dom-juanismo" e o "messalinismo" que por vezes dissimulam nesses indivíduos a impotência ou a frigidez.

Existe uma semelhança entre o Biotipo Renal e o Tipo Sentimento de Jung. Quando prevalece o excesso de água, a pessoa é do Tipo Sentimental Introvertido. O Biotipo Renal pode então ter quadro mental estrutural na seguinte forma: Sentimento – Intuição – Percepção – Pensamento.

Sendo considerado um homem velho em um corpo de homem ou mulher, apresenta as seguintes características comportamentais: enérgico, determinado, forte nas atitudes sociais, frágil afetivamente, macho por natureza e quando desafiado nos seus conceitos, ignora.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...