quarta-feira, 29 de julho de 2015

Indicação dos Complexos Homeopáticos - Almeida Prado







Abaixo, complexos homeopáticos indicados segundo suas numerações:


1. ENXAQUECA

- É um auxiliar nas dores de cabeça ou enxaquecas, que se localizam na fronte, às vezes acompanhadas de enjoos ou vômitos biliosos.

2. FEBRES

- Na fase inicial de febres congestivas e inflamatórias, este Complexo é bastante eficiente. 

3. SINUSITE
- Indicado como auxiliar na sinusite e defluxos catarrais, principalmente quando há dores, secreção de cor amarela ou esverdeada , ou até com laivos de sangue.

4. DEFLUXO
- Auxilia nos casos de nariz escorrendo (coriza) tão comum nas mudanças de temperatura. Aplicado de início, quando há espirros, é um auxiliar de comprovada eficiência.

5. GRIPE
- Eficaz quando o doente se apresenta com cansaço, dores pelo corpo e febre. Tem ação profilática, se for tomado como preventivo.

6. AMIGDALITE
- Auxiliar básico para os primeiros meses de tratamento da amigdalite crônica, caracterizada por dores de garganta e amigdalas doentes. O uso constante deste complexo, durante alguns meses, ajudará a cura definitiva.

7. NEVRALGIA
- Auxiliar nas nevralgias faciais e dores de dente. Essas dores ao longo do maxilar e face penetram, quando muito intensas, pelo ouvido adentro, podendo ser constantes ou crises dolorosas.

8. OTITE
- Indicado como auxiliar nas dores de ouvido, devido à inflamação, às vezes com tendência à supuração. Eficiência comprovada, quando usado logo de início.

9. TOSSE
- Excelente auxiliar na tosse ou rouquidão, com ou sem febre.

10. BRONQUITE
- Auxilia nas tosses e bronquites, principalmente depois de uma gripe.

11. FÍGADO
- Se você sofre de insuficiência hepática, inflamação da vesícula (Vesícula preguiçosa), dores no fígado, pode contar com este Complexo.

12. CÓLICAS DE FÍGADO
- Auxilia nas cólicas ou dores cruciantes no fígado, devido à espasmos da vesícula ou a passagem de pedras (cálculos). Após melhora das crises, pode-se manter o tratamento com o complexo número 11.

13. CÓLICAS DE RINS
- Auxilia nas dores da região lombar, na altura dos rins, e que vão aos poucos caminhando para a parte anterior do abdômen, com tendência a se estenderem em direção à bexiga e testículos, essas cólicas são, muitas vezes, acompanhadas de dores fortes ao urinar.

14. DISPEPSIA
- Eficiente auxiliar no tratamento de digestão difícil, ou dispepsia, acompanhada de sonolência, azia, palpitações e dando a impressão de grande peso no estômago.

15. NEFRITE
- Nefrite ou inflamação nos rins, muitas vezes acompanhada de edemas (inchaço). Caracteriza-se pela presença de albumina na urina e cilindrúria. O uso deste complexo associado à dieta alimentar são fatores muito positivos neste tratamento.

16. CISTITE
- Perfeito auxiliar nos processos de inflamação da bexiga, acompanhada de puxos e dor ao urinar.

18. PROSTATITE
- É um excelente auxiliar nesta doença, caracterizada por dores na região prostática (pontadas, sensação de peso ou fisgadas), e certa dificuldade ao urinar.

19. GASTRALGIA
- Auxilia nas dores de estomago, contínuas ou periódicas, geralmente acompanhadas por azia, o que muitas vezes, é indício de lesões ulcerosas.

20. HEMORRÓIDAS
- As hemorroidas podem ou não sangrar, as vezes caracterizam-se por coceira local ou dores. Este complexo é um auxiliar positivo nestas situações e consegue-se um alívio ainda maior, quando se associa ao uso do supositório ou pomada de Peônia.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Os grandes Benefícios do Cloreto de Magnésio P.A. - Iridologia







Está comprovado cientificamente que a grande maioria dos seres humanos apresentam carência do elemento Magnésio no organismo, sendo este muito importante para o nosso metabolismo.
O stress, a idade, drogas, bebidas alcoólicas, fumo, alimentação deficiente podem levar a uma carência cada vez maior resultando em complicações como artrose, problemas reumáticos, arritmias, infarto e problemas circulatórios.

O CLORETO DE MAGNÉSIO É:

• Suplemento mineral, procedente da água do mar.
• Catalisa a atividade de enzimas, hormônios e vitaminas necessárias à vida,
• estimula as sínteses bioquímicas do organismo,
• age sobre o sistema simpático, freando a atividade nervosa,
• acelera a respiração celular,
• influi sobre o equilíbrio neuromuscular,
• entra na formação dos dentes e ossos,
• regula a absorção do cálcio e potássio.
• Equilibra o ph sanguíneo pela neutralização direta de ácidos no sangue.

Como resultado, ele colabora para a formação e fortalecimento dos tecidos ósseos e cartilaginosos, revigorando o organismo e estimulando sua produção de defesas contra enfermidades.

O cloreto de magnésio não é remédio, mas alimento. Não tem contraindicação, a não ser para quem sofra de insuficiência renal. É compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a três doses; se não conseguir, pode aumentar um pouco a dose diária para não adoecer; dificilmente se ultrapassa o limite, pois as doses indicadas para pessoas de 40 a 100 anos são mínimas.

O cloreto de magnésio põe em ordem todo o corpo. É substituível pelo hidróxido de magnésio (leite de magnésia), pois este ao entrar no estômago reage com o ácido clorídrico, transfomando-se em cloreto. Contudo a absorção intestinal do cloreto é superior à do hidróxido.

HISTÓRICO:

O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos antibióticos do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD. Em 1915 ele foi à procura de uma solução para limpar feridas dos soldados, porque ele descobriu que os antissépticos tradicionalmente utilizados nos tecidos danificados incentivavam as infecções em vez de preveni-las. Em todos os seus testes a solução de cloreto de magnésio foi de longe a melhor. Não somente ele era inofensivo para os tecidos, mas também aumentava enormemente a atividade dos leucócitos e a fagocitose, a destruição de micróbios.

Mais tarde o Prof Delbet também realizou experimentos com aplicações internas de cloreto de magnésio e descobriu ser um poderoso imuno-estimulante. Em suas experiências a fagocitose aumentou em até 333%. Isto significa que após ingestão do cloreto de magnésio o mesmo número de glóbulos brancos destruía até três vezes mais micróbios do que antes.

Gradualmente o Prof Delbet descobriu que o cloreto de magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram doenças do aparelho digestivo, tais como colite e problemas na vesícula, doença de Parkinson, tremores e cãibras musculares, acne, eczema, psoríase, verrugas e prurido cutâneo, impotência, hipertrofia prostática, cerebral e problemas circulatórios, asma, febre, urticária e reações anafiláticas. Cabelo e unhas ficaram mais fortes e saudáveis e doentes tinham mais energia.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Conhecendo e Tratando Doenças - Medicina Alternativa


 Esclarecendo a Fitoterapia



(por Dr. Rodrigo Suarez e Drª. Mirelly Suarez)



A Fitoterapia é o estudo das plantas medicinais e suas aplicações na prevenção e/ou cura das doenças.
As plantas medicinais são aquelas capazes de aliviar ou curar enfermidades e têm tradição de uso como remédio em uma população ou comunidade. Para usá-las, é preciso conhecer a planta e saber onde colher e como prepará-la.

Quando a planta medicinal é industrializada para se obter um medicamento, tem-se como resultado o fitoterápico. O processo de industrialização evita contaminações por microrganismos, agrotóxicos e substâncias estranhas, além de padronizar a quantidade e a forma certa que deve ser usada, permitindo uma maior segurança e eficácia de uso.

Os fitoterápicos industrializados devem ser registrados na ANVISA/Ministério da Saúde antes de serem comercializados.

Porque utilizar fitoterapia como uma forma de terapia complementar? 

Cada planta possui vários constituintes químicos e podem produzir alguns efeitos no nosso organismo.

Vários compostos possuem efeitos similares e a associação destes compostos aumentam esses efeitos. A isso denominamos efeito sinérgico dos medicamentos. Por exemplo, no efeito analgésico da Croton urucurana, planta popularmente utilizada no tratamento da dor e inflamação, foram isolados em laboratório catequinas e galocatequinas do extrato desta planta, as quais exercem efeito analgésico em camundongos. Porém, isoladamente, foram muito menos potentes do que a sua totalidade de frações.

O efeito analgésico de C. urucurana se deve a uma associação de vários fitoconstituintes, incluindo campesterol, stigmasterol, β-sitosterol, ácido acetil-aleuritólico, catequina, galocatequina e glicosídeo do β-sitosterol. Os compostos isolados, apesar de se encontrarem em concentrações baixas, atuam em sinergismo, provavelmente através do mesmo mecanismo de ação ou por mecanismos diferentes. 

Outro fitoterápico, Ginkgo biloba, tem cerca de 20 substâncias ativas que respondem juntas pelo efeito terapêutico, sem a totalidade simultânea das quais, o mesmo efeito não se alcança na plenitude.
Outra vantagem é a associação de mecanismos por compostos agindo em alvos moleculares diferentes, por exemplo a Serenoa repens no tratamento da hiperplasia benigna de próstata. Este fitoterápico apresenta compostos que agem inibindo a atividade da 5α-redutase, impedindo a formação da Diidrotestosterona. Este fitoterápico apresenta também compostos que agem possivelmente inibindo a ciclooxigenase ou lipoxigenase, reduzindo o processo inflamatório. Além de compostos que agem como antagonistas de receptores na suprarrenal e bloqueadores de cálcio que explicariam seu efeito benéfico sobre o trato urinário permitindo uma micção mais livre.

Considerando que os compostos ativos se apresentam em concentrações reduzidas nas plantas, são muito menores os riscos de efeitos secundários não desejáveis (a depender da planta).

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Ad Experimentum - Investigações com a Íris - Iridologia



O ensaio fotográfico a seguir é de algumas pessoas que se submeteram a análise da íris na Faculdade São Bento em Salvador/Bahia, Brasil. Todos de uma mesma classe, cursando o 4º semestre de filosofia da qual também sou aluno. 

Este é somente uma pequena demonstração do trabalho com a iridologia, entre tantos outros – realizados no mesmo lugar – os quais tive a oportunidade de exercer a análise fisiológica da saúde do corpo por meio da investigação da íris.








 Ir. Sebastião, OSB.


 

Fabrício Monteiro.


 


Fr. Alan, OFM Cap.
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